Contos Eróticos

DEDADAS NO METRô

Horário de pico no metrô de São Paulo. Estava vindo da Estação Tucuruvi para fazer baldiação na Sé e pegar a linha no sentido Barra Funda. Quando chegamos na estação Liberdade, o metrô super lotado, entrou mais gente ainda, e junto a toda essa multidão, percebi entrando no vagão, uma garota, de mais ou menos 22 anos... devia está vindo do trabalho. Estava de saía, dessas justinhas que deixa transparecer a marca da calcinha e uma blusinha branca. Era uma espécie de uniforme, acho, da empresa em que trabalhava. Quando nos aproximávamos da Sé, percebi que ela se preparava para descer também. Eu logo imaginei, se ela for para o mesmo sentido que eu, ela não escapa... Quando parou na estação, no meio do tumulto de gente, eu me espremia entre as pessoas para me aproximar dela, não consegui, mas também na a perdi de vista... não deu outra, ela subiu exatamente a escada que eu esperava que ela subisse... direção: Barra Funda. Quando chegamos no saguão, onde passa o trêm, eu me aproximei para entra pela mesma porta que ela e pensei comigo mesmo: na hora da entrada eu passo a mão nessa bunda... quando o trêm parou e abriu as portas, eu encostei nela e passei a mão naquela bundinha, ai que gostoso| Pude sentir a marca da calcinha dela... ela me olhou com uma cara de incômodo mas não falou nada... eu, persisten, a empurrava e encostava meu pau, já duro naquela bundinha... ela tentava fugir e eu a perseguia, louco de tesão, como um animal selvagem atrás da presa... quanto mais ela tentava escapar, mais eu a perseguia e roçava meu cacete duro nela. Até que num determinado momento, ela parou de fugir, e ficou, no final do vagão, de costas para mim... percebi que na verdade ela já estava era com um puta tesão e agora, aproveitando o balanço do trêm, banlança a bunda, junto a meu pau, esfregando cada vez com mais vontade e desejo... Com a mão esquerda eu a segurei pela a sintura, ela olhou para mim e sorriu, parecíamos agora ser um casal de namorados,para não chamar muito a atenção... Soltei a mão direita da barra de segurança a qual me segurava e baixei, discretamente entre as pessoas e comecei a acariciar suas pernas e subir levemente, quase que levantando a saia dela inteira... comecei alisar aquela bundia, passando a mão por cima da calcinha... Como era noite de calor, pensei: esse cuzinho deve tá todo suado! Fui fastando abrindo espaço pelo lado da calcinha dela e comecei a coçar o cuzinho dela, estava todo meladinho, uma delícia... e comecei a penetrar o dedo naquele buraquinho... ela fazia umas expressões, discretas, de dor e desejo... quando percebi, já estava com o dedo atolado inteirinho no boga dela... já podia até sentir a merda que tinha dentro daquele cú... só não dava para fazer vai-vem com a mão, pq senão iam perceber, mas com o dedinho, todinho enfiado no rabo dela, vasculhava por dentro todas as extensões daquele cu... estava quase gozando, mas não queria parar com aquilo, estava bom demais... então tirei o dedo, de levinho de dentro dela... quando saíu todo ela deu um leve suspiro... Estávamos chegando na Estação Marechal, a penúltima da linha zona-leste-oeste... Ela se recompôs, olhou sorrindo para mim... esperou o trêm parar na estação, abriu o ziper da bolsa, tirou um cartão que tinha seu nome e telefone e me entregou... Eu agradeci, dei-lhe um espontâneo e carinhoso beijo na bochecha e me despedi... acabávamos de chegar na Estação Barra Fundo, final de linha...