Contos Eróticos

TESãO DE ADOLESCêNCIA

Meu nome é Carlos e a história que venho contar é absolutamente verdadeira, exceto o nome dos envolvidos. Tenho 26 anos, moreno, tenho 1.85m e 82 Kg em um corpo legal adquirido às custas de muito esforço. Moro em São Paulo e freqüentemente viajo para uma cidade do interior do Estado onde morei dos treze aos dezessete anos para visitar muitos amigos que deixei por lá. Em uma dessas idas, eu estava dando uma volta no Shopping quando encontrei Daniela, uma amiga de adolescência que há muito tempo não via dentro de uma loja. Entrei dentro da loja para matar a saudade e Dani me contou que ela trabalhava naquela loja durante a tarde e saía todos os dias as 10 horas da noite. Enquanto conversava aproveitei para reparar em Dani e percebi que ela havia conseguido a proeza de ficar ainda mais gostosa. Todo aquele tesão que eu tinha por ela na adolescência parecia estar tomando conta de mim de novo (na minha opinião uma das coisas mais gostosas, tanto para os homens como para as mulheres e cultivar um tesãozinho de adolescência). Dani tem um ano a menos do que eu, altura média, peso proporcional, cabelos castanhos e uma característica física que eu adoro: uma cinturinha fininha com uma bunda muito gostosa e arrebitada (um amigo costumava brincar que a Dani não tinha bunda, ela tinha uma garupa). Adoro este conjunto cinturinha/bundão, especialmente quando a mulher está queimadinha de Sol. Era sábado e após a conversinha convidei Dani para um barzinho depois do serviço, para colocarmos a conversa em dia. Fui para casa (minha família ainda mantém uma casa lá) e lá aguardei chegar a hora de ir busca-la. Não conseguia tirar da cabeça as lembranças do passado e dos muitos momentos em que ficava de pau duro na companhia de Dani e nada fazia por uma certa timidez e inexperiência. Definitivamente esta era a oportunidade de resolver uma das minhas maiores taras da adolescência. Peguei Dani, fomos a um barzinho e lá, após muita conversa, convidei Dani para ir até a minha casa no dia seguinte, um domingo, para pegarmos um solzinho na beira da piscina. Dani topou e eu disse que pegaria ela em sua casa, às 10 da manhã (escolhi o horário pois não queria que nenhum amigo meu me visse com ela e em um domingo de manhã estão todos dormindo). Quando Dani desceu do predinho onde mora sozinha, eu não acreditava no que via: ela usava uma blusinha decotadinha com um shortinho branco de lycra, agarradinho, levemente transparente, permitindo a visão da calcinha, pelo visto também branquinha, enfiadinha naquela bundinha redondinha. Chegamos em casa, ela pediu um quarto para colocar um biquíni e eu fui espera-la na piscina. Ela apareceu simplesmente maravilhosa, bronzeada, sorriu e me perguntou se eu não iria entrar na água. Respondi que sim, entrei e ela pulou em seguida. Depois de um tempinho, ela quis sair da piscina para tomar sol e eu acabei saindo junto com ela. Ficamos conversando e o assunto felizmente se virou para nossas lembranças do passado. Ela dizia que não acreditava que estava ali comigo naquele momento depois de tantos anos. Honestamente eu também não acreditava que aquilo pudesse estar acontecendo: eu, na beira da piscina, com a minha amiga mais gostosa bronzeando aquela bundinha gostosa que tanto desejei ali na minha frente. Indiretamente ela dizia que perdemos muito tempo na nossa adolescência por causa de timidez. Concordei com ela, levantei da cadeira e dei um longo beijo em Dani, enquanto passava a mão pelo seu corpo. Em pouquíssimo tempo meu pau ficou duro e parte da cabeça apontou para fora do elástico da sunga. Dani se afastou e abaixou minha sunga, expondo o que eu gostaria de ter mostrado a ela há muito mais tempo. Minha pica agora estava nas mãos de Dani que a esta altura já iniciava uma punheta maravilhosa. Ela me parecia um pouco tímida e, sem me olhar direito nos olhos, perguntou se poderia dar um beijinho no meu pau. Respondi que sim, ela se ajoelhou e começou a beijar a cabeça do meu pau, logo iniciando uma chupadinha deliciosa. Deixei ela a vontade curtindo o meu pau sabendo que em breve eu estaria curtindo ela inteirinha. Era tão gostoso ver a minha amiga devotamente ajoelhada na minha frente mamando a minha pica que, depois de um tempinho, percebi que eu iria gozar. Avisei Dani para deixa-la mais a vontade mas ela, ouvindo isto, acelerou as mamadas até que eu não agüentei e soltei os jatos de porra em sua boquinha. Pelo que senti foram 4 ou 5 esguichadas bem dadas, todas engolidas pela minha amiguinha que não deixou escorrer uma gota sequer. Feito isso, peguei Dani no colo e a levei até o meu quarto. Agora era a minha vez de brincar com ela. Deitei Dani na cama e tirei o seu biquininho. Como ela estava gostosa! Que pele, que barriguinha, que bocetinha linda! Enquanto eu a beijava na boca, corria as mãos pelo seu corpo. Fui descendo pelo pescocinho, beijando, chupando e cheirando (Dani sempre foi muito cheirosa), beijei os peitinhos, chupei os biquinhos e virei a de bruços. A visão daquela bundinha era maravilhosa demais. Dani tem a pele dourada e, por estar bronzeada, exibia a marquinha do biquininho que até a pouco estava deliciosamente enfiado em sua bundinha. Sentia Dani se arrepiar a cada beijo meu. Eu a abraçava e apertava. Ela gemia baixinho. Novamente virei a de frente e finalmente comecei a beijar e a lember sua bocetinha cheirosa. Ela estava impecavelmente depilada (morro de tesão por mulheres bem depiladinhas na bocetinha e no cuzinho). Eu lambia sua virilha e depois passava a língua pela bocetinha. Curti bastante até perceber que Dani estava quase gozando. Nesta hora deitei na cama com o cacetão duro para cima e a conduzi para que sentasse sobre ele. Dani estava muito molhadinha, apesar disso a primeira entrada foi bem apertadinha. Assim que ela conseguiu me acomodar todo, começou a me cavalgar. Puxei ela debruçando-a sobre o meu peito e, enquanto bombava em sua boceta, admirava seus peitinhos balançando quase em minha boca. Eu passava a mão e apertava a sua bundinha, enfiando, aos poucos, um dedo no seu cuzinho. Dani gostou da brincadeira pois não demorou muito para ela começar a gemer e terminar gozando no meu pau. Continuei bombando e senti meu pau começar a pulsar até que gozei na sua bocetinha. Que tesão ver a minha amiguinha realizada, me enchendo de beijos. Ela estava feliz e eu também. Ficamos um tempo deitados, abraçadinhos, depois levantamos, tomamos banho, almoçamos e voltamos para piscina. Desta vez dispensamos as roupas. Dani deitou-se de barriguinha para cima e eu deitei ao seu lado. Dani extendeu a mão e passou a alisar o meu pau que descansava sobre minha barriga. Não demorou e meu pau começou a endurecer de novo. Dani então deitou-se de bruços e me pediu para passar óleo em seu corpinho. Passei por toda as costas, fiz massagem, desci para as coxas, as pernas e finalmente comecei a espalhar na sua bundinha. A medida que eu passava a mão pela sua bunda, deixava um dedo deslizar maliciosamente pelo seu cuzinho. Percebi que Dani estava curtindo e continuei mais um pouco com a brincadeira. Foi quando ela disse: “Esse seu dedinho está me assanhando muito aí atrás. Eu estava alisando o seu pau agora a pouco para que o seu pau endurecesse e eu pudesse apalpar melhor ele para ver se eu tenho coragem de fazer uma coisa que eu estou morta de vontade”. Perguntei do que ela estava com vontade e ela me respondeu: “Quando estávamos transando, você enfiou o dedo no meu cuzinho e isso me deixou com muito tesão. Fiquei com vontade de tentar dar a bundinha para você porque confio em você e sei que não vai me machucar de propósito mas estou com medo. Acho o seu pau um pouco grandinho demais para o meu rabinho”. Diante do comentário, meu pau endureceu na hora. Sentei na beira da piscina, coloquei a cabeça dela no meu colo e disse para ela relaxar e fazer uma chupeta. Aproveitando a posição, continuei brincando com o dedo na sua bundinha, usando o óleo bronzeador. Senti o cuzinho dela começando a relaxar. Dani já gemia baixinho e sua respiração estava alterada. Percebi que aquela era a hora. Dedilhei um pouco seu grelinho e coloquei-a de quatro sobre uma esteira. Eu disse para ela arrebitar bem a bundinha, abrindo e expondo o cuzinho com as mãos. Passei um pouco de óleo no pau e encostei a cabeça da rola no seu rabinho e empurrei de leve (Dani tem um cuzinho lindo, rosadinho, depilado e, como percebi, deliciosamente apertadinho). Esperei para que ela se acostumasse com a entrada da cabeça (meu pau tem 17 cm. e tem a cabeça bem saliente), pois sabia que se ela agüentasse minha chapeleta o resto seria só uma questão de tesão e paciência. Dito e feito. O rabinho de Dani começava a se dilatar permitindo que eu tentasse colocar mais do meu cacete naquele buraquinho que inacreditavelmente parecia acomodar, apesar de alguma dificuldade, toda a minha pica. Devagarzinho comecei a bombar aquele rabinho que tanto desejei na adolescência, enquanto bolinava o grelinho de Dani. Dani me dizia que estava adorando, que não imaginava que era tão bom, me dizia que a bunda dela era minha, até que ela não agüentou de tesão e gozou. Parei de segurar e também gozei em sua bunda, do lado de fora. Que delícia gozar com a visão daquela gata linda com o cuzinho ainda aberto pelo meu pau! Ela me abraçou, enchi ela de beijos e ainda curtimos o resto do domingo juntos, sendo que ainda fizemos outras brincadeiras